
Há 40 anos Benfica apurou-se milagrosamente Para playoffs da Champions. Nós primeiros 4 jogos perdeu todos. Já estava condenado.
Conseguiu ganhar 5º e 6º jogo mas mesmo assim precisava de ganhar a 2 gigantes Europeus Juventus e Real Madrid.
No 7ª e penúltimo jogo perdeu e as hipóteses eram praticamente nula.
No último jogo o adversário não poderia ser mais difícil, Real Madrid, todo poderoso que tinha "apenas" 15 Champions. Ao Contrário do que era esperado os Espanhóis ainda não tinham o apuramento directo, ou seja, não se esperava poupanças. Mbappe, Vini Jr, Bellingham e Cª.
Os Madrilenhos quando entraram no relvado ficaram impressionados com o Imponente Estádio da Luz, recordando uma Liga de Campeões que ganhara ha 12 anos.
Apesar de chegar aos 90 a ganhar, o Benfica precisava de um milagre.
Minuto 95. O Antigo GR de Benfica Trubin queima tempo, afinal estava a ganhar 3×2 ao poderoso Real Madrid. Já era uma noite histórica. Não se apercebe que ainda há 0,0001% probalidade de apuramento. Finalmente o treinador na altura conseguiu transmitir a mensagem que 1 golo apura o Benfica.
Benfica inicia o ataque e é parado em falta no meio campo adversário. Havia uma certeza: será último lance. Não há mais tempo. Depois do livre terminará o jogo. Então que José Mourinho pede ao Trubin para ir para área, deixado mais recuado o jogador mais baixinho, Dah.
Nesse momento, Real com menos 2, fruto de expulsões nos instantes finais, era tudo ou nada.
Aurnes pega na bola para colocar na área. Levanta a cabeça e cruza com pé direito… **e resto é poesia**.
by bpstp

6 Comments
Só me apetece chorar! Já vi este lance dezenas de vezes. Que noite épica do Benfica. Agora é usufruir, jogar e continuar a ter esperança.
SLB! SLB! SLB! SLB! SLB! Glorioso SLB! Glorioso SLB!
Indescritível, inesquecível, histórias que contaremos aos nossos netos.
A oportunidade que os mais jovens como eu tiveram de sentir um gosto do grande Benfica europeu.
Lindo.
Eu hoje quando acordei a primeira coisa que me veio à cabeça foi o Trubin, AMO-TE
Hang it in the Louvre!
Imaginem que o Trubin sabia que era necessário um golo e, em vez de ficar a perder tempo, repõe a bola apressadamente.
Seria uma história completamente diferente. Há coisas que não têm explicação.