Ser apaixonado pelo Benfica mesmo sem ter nascido em Portugal é carregar no peito uma chama que atravessa fronteiras. É sentir o coração bater mais forte a cada vez que o manto encarnado entra em campo, mesmo a milhares de quilômetros de distância.
É aprender a amar um clube por sua história, por Eusébio, pelos 38, pelas águias que voam alto e pelo “glorioso” que vive em cada torcedor. É decorar os cantos, vibrar com os golos, sofrer nas derrotas e acreditar até o fim — como se tivesse crescido nas ruas de Lisboa, mesmo que tenha nascido do outro lado do oceano.
Ser benfiquista é mais do que torcer: é fazer parte de uma família gigante, espalhada pelo mundo. É paixão que não se explica, só se sente.
