No programa eleitoral de Rui Costa em 2021, foram feitas as seguintes referências em relação às modalidades: "Realização de investimentos sustentáveis e racionais, com capacidade inequívoca para lutar por 10 títulos anuais (masculino/feminino)" e a promessa de lutar pelos títulos europeus.

Com o fim do mandato (e com a conclusão de todas as Supertaças disputadas, com exceção do basquetebol), decidi organizar este balanço nas modalidades masculinas (visto que, nas femininas, a competitividade é quase nula perante os orçamentos de que dispomos. No entanto, existiram desilusões também)

Optei por não colocar as prestações europeias neste quadro porque, por um lado, só se assinala uma conquista (A Liga Europeia de Andebol, 2022) e, por outro, existe uma grande discrepância na acessibilidade aos títulos europeus das modalidades, o que torna difícil a realização uma equiparação justa (no Futsal e Hóquei em Patins, a luta pelos títulos europeus é acessível, mas o mesmo já não se verifica no Basquetebol ou Voleibol)

Posto isto, o balanço geral das modalidades neste mandato resume-se à conquista de 26 títulos em 75 possíveis (com a Supertaça de Basquetebol referente a 2025/26 por se realizar)

Destacam-se, pela positiva, o Voleibol, que conquistou 8 títulos em 13 possíveis (incluindo um Tetracampeonato, iniciado em 2020/2021, e a triplete nacional em 2021/2022), e o Basquetebol, com 7 títulos em 16 possíveis.

Pela negativa, temos o Andebol, que apesar da única conquista europeia nestes anos, conquistou apenas 1 título em 13 possíveis, e o Futsal, que apesar da conquista do campeonato em 2024/25, venceu apenas 4 títulos em 17 possíveis.

by SmallTownBernardo

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